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Gasto público ameaça crescimento econômico

24 de Junho de 2010

O Brasil precisa conter os gastos públicos, para não colocar em risco o ritmo de crescimento da economia. O alerta foi feito pelo presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), José Paulo Dornelles Cairoli, no encerramento do 20º Congresso da CACB e 8º Congresso das Entidades Filiadas à Federasul, neste final de semana, em Gramado.

Segundo Cairoli, o aumento de 18% nos gastos públicos no primeiro quadrimestre é um dado preocupante. “É preciso conter o custeio para reduzir a carga tributária, o que levaria à redução das taxas de juros praticadas no País. Só assim teremos um ciclo de desenvolvimento sustentável”, destacou Cairoli.

O encontro teve a participação de mil líderes empresariais do País e discutiu, durante dois dias, “Os Caminhos para o Crescimento”. O documento final, chamado “Carta de Gramado”, enfatiza também a urgência das reformas tributária, previdenciária, trabalhista e política, medidas estruturais com efeitos de médio e longo prazo. Com as reformas, diz Cairoli, “teremos um País moderno e uma economia plenamente desenvolvida, com emprego e renda”.

No plano político, diz a Carta de Gramado, nada é mais importante do que um pacto no sentido de encaminhar essas reformas, independente do resultado da sucessão presidencial de 2010. “ao lado de medidas fiscais e monetárias, elas garantem um salto de competitividade ao País”, enfatizou o presidente da CACB.

Por último, a Carta de Gramado propõe a elaboração de uma lei de responsabilidade econômica e social, com percentual fixo sobre o aumento real da arrecadação federal, para ampliar os investimentos em infraestrutura e redução linear da carga tributária.

A CACB, por meio de sua capilaridade, também vai ajudar o Sebrae a implantar a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas nos municípios onde ela ainda não é implantada pela falta de informações e conhecimento. Uma carta de intenções foi assinada neste sentido entre os presidentes do Sebrae, Paulo Okamotto, e o da CACB, José Paulo Dornelles Cairoli. A CACB está presente, através de Associações Comerciais, em 2.300 municípios e ainda faltam mil para se beneficiarem da Lei das MPEs.

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